O ser, a vida e os outros #resenha #Hyunam-dong #Hwang-Bo-Reum

Muitas vezes podemos nos perguntar: “o que estou fazendo aqui?”. O que estou fazendo do meu trabalho, da minha família, dos meus amigos, relacionamentos… da minha vida? Aquela pulga existencial atrás da orelha. Aquele incômodo inquietante e angustiante dentro de nós.

Ao longo da vida vamos aprendendo a observar e refletir sobre nós mesmos e sobre os outros… e sobre os outros em relação a nós e vice e versa. Nosso trabalho (quando adultos) se confunde com a nossa vida. Ali fazemos amizades e inimizades, ou nem um e nem outro; ganhamos nosso dinheiro para sobreviver: comer, beber, nos divertir e comprar os remédios para curar a doença que o próprio trabalho nos contamina.

Sufocante…

A maturidade nos faz parar e pensar… será que isso tudo vale a pena? Será que mudar e deixar tudo para trás e começar do zero não seria a solução? Resetar o jogo… formatar o disco. Fazer aquilo que te dá prazer te dar o sustento da sua vida… sustento fisiológico e psicológico.

Um novo negócio, pequeno e tímido… mas aconchegante e desafiador. O desafio de proteger o que é mais importante: nossas crenças, nossos valores (morais e éticos), nosso estilo de vida… tudo aquilo que faz nosso coração pulsar, os nossos olhos brilharem e que nos dá forças para seguir em frente.

Ah! Um detalhe que às vezes passa despercebido: nos negócios e na vida nunca estamos sozinhos. E é impossível crescer, nos desenvolver, nos tornar melhores sem a companhia de outras pessoas – as que já conhecemos e as que ainda vamos conhecer.

Cada um de nós, cada ser em si, carrega um história, uma trajetória, experiências, tristezas e alegrias que quando compartilhados nos tornam melhores, nos ajudam a fazer escolhas melhores, a suportar e superar as dificuldades e amarguras. Companheiros de vida que mesmo no mais íntimo e particular aspecto, nos segredos mais ocultos, superam desgostos e compartilham alegrias.

Eis aí o grande desafio… encontrar nosso lugar no mundo, e assim, encantar e inspirar aqueles que estão ao nosso redor, ao mesmo tempo que os outros nos contagiam e deixam um pedacinho de si em nós. Talvez isso seja a vida… uma troca incessante e inesgotável entre cada ser.

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